Estou pensado sobre escolhas...
Temos duas escolhas na vida diante de sofrimento, das injustiças da vida. Ou nos tornamos pessoas amarguradas, ressentidas, reclamonas, culpando os outros e sentindo- nos miseráveis e vitimas ou decidimos viver além, acima do sofrimento, das angústias, das agruras da vida.
Decidimos aprender no deserto, com seu calor de dia e forte frio na noite. Lugar solitário. Crescemos. Galgamos experiência, maturidade. Aceitamos a vida com tudo que ela traz, todas as surpresas que ela nos reserva. Decidimos a viver acima das circunstâncias, acima da mediocridade. Aceitar a vida como ela é não é passividade. É ser ativo na jornada. Muitas coisas que nos acontecem não estão no nosso controle. Não controlamos os desastres na natureza, não controlamos a lei da gravidade. Não controlamos como será nossa infância, ou se seremos maltratados ou muito bem amados e cuidados. Não pudemos controlar, escolher se teríamos uma infância, feliz ou sem infância. Não podemos controlar um monte de coisas no momento presente, assim como não pudemos controlar o passado, mas podemos decidir vivermos intensamente nossa vida, independente do que aconteceu, acontece ou pode acontecer.
Joni, de uma biografia que li recentemente. Uma jovem linda e talentosa se acidentou na piscina e ficou paraplégica. Ela podia ter sido a partir daí uma pessoa miserável, frustrada e culpar a Deus e outros mais pelo acontecimento. Mas ela optou por continuar vivendo ‘apesar de’. Tornou-se uma pintora com o lápis na boca, pois não podia mover as mãos. Casou-se. Procurou ser feliz e aproveitar o que lhe restava da vida.
Aceitar a vida não significa passividade, como já disse. Você se torna ativo nas decisões. Você decide o que come, o que fala, o que crê. É tão bom ser livre para escolher. Deus não nos fez robôs, mas seres capazes de decidirem o que achamos que é o melhor. Que bom, é quando o temos aliado nas decisões. Ele conhece o futuro. Ele sabe o que é melhor. Basta perguntá-lo e Ele nos orienta. O interessante é que na maioria das vezes sua orientação vem do que Ele já nos deu, que é a capacidade de analisar, pensar e decidir. Já pensou se só tomássemos decisões certas? Tudo seria perfeito. Mas não acontece. O erro também nos faz crescer. Deus nos deixa tomar nossas decisões. Algumas são o melhor se Deus para nós, outras não. São importantes também. Escolho viver a vida com intensidade. Escolho viver além das dificuldades. Não é utopia. É decisão.
Temos duas escolhas na vida diante de sofrimento, das injustiças da vida. Ou nos tornamos pessoas amarguradas, ressentidas, reclamonas, culpando os outros e sentindo- nos miseráveis e vitimas ou decidimos viver além, acima do sofrimento, das angústias, das agruras da vida.
Decidimos aprender no deserto, com seu calor de dia e forte frio na noite. Lugar solitário. Crescemos. Galgamos experiência, maturidade. Aceitamos a vida com tudo que ela traz, todas as surpresas que ela nos reserva. Decidimos a viver acima das circunstâncias, acima da mediocridade. Aceitar a vida como ela é não é passividade. É ser ativo na jornada. Muitas coisas que nos acontecem não estão no nosso controle. Não controlamos os desastres na natureza, não controlamos a lei da gravidade. Não controlamos como será nossa infância, ou se seremos maltratados ou muito bem amados e cuidados. Não pudemos controlar, escolher se teríamos uma infância, feliz ou sem infância. Não podemos controlar um monte de coisas no momento presente, assim como não pudemos controlar o passado, mas podemos decidir vivermos intensamente nossa vida, independente do que aconteceu, acontece ou pode acontecer.
Joni, de uma biografia que li recentemente. Uma jovem linda e talentosa se acidentou na piscina e ficou paraplégica. Ela podia ter sido a partir daí uma pessoa miserável, frustrada e culpar a Deus e outros mais pelo acontecimento. Mas ela optou por continuar vivendo ‘apesar de’. Tornou-se uma pintora com o lápis na boca, pois não podia mover as mãos. Casou-se. Procurou ser feliz e aproveitar o que lhe restava da vida.
Aceitar a vida não significa passividade, como já disse. Você se torna ativo nas decisões. Você decide o que come, o que fala, o que crê. É tão bom ser livre para escolher. Deus não nos fez robôs, mas seres capazes de decidirem o que achamos que é o melhor. Que bom, é quando o temos aliado nas decisões. Ele conhece o futuro. Ele sabe o que é melhor. Basta perguntá-lo e Ele nos orienta. O interessante é que na maioria das vezes sua orientação vem do que Ele já nos deu, que é a capacidade de analisar, pensar e decidir. Já pensou se só tomássemos decisões certas? Tudo seria perfeito. Mas não acontece. O erro também nos faz crescer. Deus nos deixa tomar nossas decisões. Algumas são o melhor se Deus para nós, outras não. São importantes também. Escolho viver a vida com intensidade. Escolho viver além das dificuldades. Não é utopia. É decisão.
2 comentários:
amei seu texto, e sem lhe pedir, o postei la na comu de fernando pessoa.
no topico bar dos amigos.
lindooooooooooooooooooooooooo
parabens.
bem vinda sempre ao meu blog. abraco, susie
Postar um comentário