Quanto tempo sem escrever, já estava com saudades de parar por aqui e descortinar meu coração nesse inicio de ano. Dois mil e nove. Fiz trinta e três anos no dia vinte e nove de janeiro. A idade que Jesus morreu, e a idade que me sinto mais viva que nunca.
Férias. Família. Festa. Eu e Yohan ficamos quarenta dias com nossos amados em Goiás. Maior parte do tempo cuidei dos quatro filhos pequenos da minha irmã Silvia, que estava se preparando para se mudar para os Estados Unidos com o marido e o seu quase time de football. Sou abençoada com três irmãs. Lindas. Silvia, me remete ao significado da palavra respeito, consideração, admiração por seus talentos na arte e na música, e ternura por vê-la ao longo dos anos tentando cuidar de mim, aquela coisa de irmã mais velha. Anna, a mais nova, eu poderia usar as palavras escritas no livro que ela me deu de presente nessas férias, “The other boleyn girl’, quando Anne, descreve sua irmãzinha Mary como “my litle sister, my little golden sister, my milk and honey sister’. Minha doce irmã. Agora uma mãe bela da Bela. Isabela. Eu poderia escrever muito sobre nossas histórias de infância, ou da nossa ‘road trip’ por Amsterdan, passeando de carro com ela e o marido por toda a Holanda e rindo de tudo e de nada. Mas vou escrever hoje sobre minha segunda irmã, Sintia. Sister. Soeur. Singular. Sábia. Sincera. Simples. Serena. Sorridente. Saudades. Ela veio comigo de Goiás e passou duas semanas aqui em Natal, para ver o mar pela primeira vez. Minha alma entrou em estado constante de festa. Banquete. A diversão organizou tudo, a ansiedade tirou férias, o amor reinou e a alegria foi a convidada de honra.
Em Pipa, minha praia favorita, tomando um capuccino numa tarde onde o sol não queria nos dar au revoir, e a lua se sentindo a rainha do entardecer, começamos a conversar sobre o irmão dela Leandro. Irmão do coração. Uma tia nossa muito chegada à ela, tinha um filho um pouco mais velho que ela, e ficou sendo a única de nós que tinha um irmão. Esse irmão morreu de um acidente de carro a poucos anos atrás, e deixou uma saudade enorme no coração dela, e então me lembrei de um artigo de Adriano Silva, na revista Vida simples, onde ele dizia que “Saudade é o irmão que você amava e que se foi para nunca mais voltar’. E também, que a ‘saudade é tentar trancafiar perto da gente aquilo que amamos, é tentar interromper os fluxos para tentar eternizar numa fotografia aquilo que nos faz falta....Saudade é uma dor confinada dentro da gente, é pessoal e intransferível....’ . Relembramos nossa filosofia de viver o hoje, de dizer eu te amo agora, e percebemos que a saudade é um sentimento maravilhoso, pois assumimos que sentimos falta daquela pessoa, seja esta, alguém que não mais vê o sol, ou aquela que fica como as ondas do mar, que vêm e voltam. Saudades. Feliz ano novo.
Férias. Família. Festa. Eu e Yohan ficamos quarenta dias com nossos amados em Goiás. Maior parte do tempo cuidei dos quatro filhos pequenos da minha irmã Silvia, que estava se preparando para se mudar para os Estados Unidos com o marido e o seu quase time de football. Sou abençoada com três irmãs. Lindas. Silvia, me remete ao significado da palavra respeito, consideração, admiração por seus talentos na arte e na música, e ternura por vê-la ao longo dos anos tentando cuidar de mim, aquela coisa de irmã mais velha. Anna, a mais nova, eu poderia usar as palavras escritas no livro que ela me deu de presente nessas férias, “The other boleyn girl’, quando Anne, descreve sua irmãzinha Mary como “my litle sister, my little golden sister, my milk and honey sister’. Minha doce irmã. Agora uma mãe bela da Bela. Isabela. Eu poderia escrever muito sobre nossas histórias de infância, ou da nossa ‘road trip’ por Amsterdan, passeando de carro com ela e o marido por toda a Holanda e rindo de tudo e de nada. Mas vou escrever hoje sobre minha segunda irmã, Sintia. Sister. Soeur. Singular. Sábia. Sincera. Simples. Serena. Sorridente. Saudades. Ela veio comigo de Goiás e passou duas semanas aqui em Natal, para ver o mar pela primeira vez. Minha alma entrou em estado constante de festa. Banquete. A diversão organizou tudo, a ansiedade tirou férias, o amor reinou e a alegria foi a convidada de honra.
Em Pipa, minha praia favorita, tomando um capuccino numa tarde onde o sol não queria nos dar au revoir, e a lua se sentindo a rainha do entardecer, começamos a conversar sobre o irmão dela Leandro. Irmão do coração. Uma tia nossa muito chegada à ela, tinha um filho um pouco mais velho que ela, e ficou sendo a única de nós que tinha um irmão. Esse irmão morreu de um acidente de carro a poucos anos atrás, e deixou uma saudade enorme no coração dela, e então me lembrei de um artigo de Adriano Silva, na revista Vida simples, onde ele dizia que “Saudade é o irmão que você amava e que se foi para nunca mais voltar’. E também, que a ‘saudade é tentar trancafiar perto da gente aquilo que amamos, é tentar interromper os fluxos para tentar eternizar numa fotografia aquilo que nos faz falta....Saudade é uma dor confinada dentro da gente, é pessoal e intransferível....’ . Relembramos nossa filosofia de viver o hoje, de dizer eu te amo agora, e percebemos que a saudade é um sentimento maravilhoso, pois assumimos que sentimos falta daquela pessoa, seja esta, alguém que não mais vê o sol, ou aquela que fica como as ondas do mar, que vêm e voltam. Saudades. Feliz ano novo.